Qualquer gordo tem Blog

14/06/2014

“The world at their feet” – Filme Oficial da Copa do Mundo – México 1970

Filed under: Uncategorized — opoderosochofer @ 14:32

“The world at their feet” – Filme Oficial da Copa do Mundo – México 1970.

21/10/2011

Retrospectiva Rock in Rio 2011

OK, o assunto já é caduco, os desenhos estão uma merda e a idéia nem é original (O Arnaldo Branco já faz isso há mais tempo e bem melhor do que eu), mas como eu estava com esses desenhos mofando aqui e faz tempo que eu não atualizo essa merda aí vai! Clique nos desenhos para vê-los ampliados.

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14/07/2011

Jabá V – Peça Encruziada, dia 16 de julho às 16h30 no Adamastor Centro

Filed under: Jabá — opoderosochofer @ 16:24
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Um gole certo, dois goles erradooooos!!!

Se tem alguma coisa que faz com que eu nunca deixe de postar nesse blog é o jabá. Que nem é jabá de fato, pois até agora não ganhei um tostão com essa história de teatro (até gastei um pouco com isso). Mas em compensação fiz novos amigos, ganhei reconhecimento (nego me aponta na rua e fala: “É aquele ali o canastrão”) e me diverti bastante. Então por que não continuar me fudendo fazendo a alegria das pessoas e trazendo cultura (inútil) até elas?

Então, deixa a bunda suja!

A peça em questão é “Encruziada”. É a história de Lourival(Mauro Marcel), homem que depois de pagar a filha (Érica as Laís) fazendo com o namorado(Zé as Ruan), coisas que teriam vergonha até de colocar na novela das 23 (“O mAstro”), resolveu esconder ela num muquifo pra lá do fim-do-mundo e colocar um capanga abrutalhado chamado Tonhão (não é aquele do Palmeiras. É o Marcos Lima) para servir de cão-de-guarda, leão-de-chácara, gorila, enfim, um animal sem rosto e coração, pro caso do tal Ruan “botijudo” resolver seguir Laís até o esconderijo.

Quem tá em cima bufa em quem tá embaixo. é sempre assim.

Para ter mais garantias de que sua filha não vai por “a boca na botija” de novo, Lourival resolver contratar os serviços de Mãe Pessoinha(Leidiane, que quase foi batizada como Lady Laura, vejam vocês), mãe-de-santo famosa por toda Salvador (Cidade Alta, Cidade Baixa e Cidade Mais ou Menos Elevada). A véia resolve preparar uma “poção mágica”. Com um gole da poção, a menina passa a ter nojo de tudo que é homem e fica mais brava que pastor quando vê gay se beijando. Mas só deve tomar um gole. Se tomar dois fica mais oferecida que o PMDB em época de votação no Congresso.

Tonhão já fez mais trabalho do que Maluf fez ponte

Essa singela peça da Cia. Kómus de Comédia, faz parte da programação do E.T.C. (Encontro de Teatro da Cidade) de Guarulhos, uma excelente iniciativa da Prefeitura de abrir espaço para os grupos teatrais da cidade exporem seus trabalhos e do público poder prestigiar os artistas da cidade e outros grupos conceituados que vem dar (opa!) por essas bandas.

Nossa apresentação será no sábado, dia 16 às 16h30 no Teatro Adamastor Centro, Avenida Monteiro Lobato, 734, Macedo, Guarulhos. Entrada Franca (retire ingresso uma hora antes).A programação completa do E.T.C. você confere aqui ou aqui.  Vá ao teatro e não me chame não, porque eu já vou tá lá.

19/05/2011

Livro aprovado pelo MEC é “anti-pedantismo”

Tu tens que treinar tua gramaticabilidade! Tu não podes dizer "os livro"

Criou-se uma polêmica nos últimos dias (e, como quase toda polêmica criada nesse país, é completamente desnecessária) em cima de um livro de português que “estaria ensinando” as pessoas a falar errado e a cometer erros de concordância (nossa que MEC malvado, vamos esquartejar o Haddad e expor os em praça pública). O livro em questão é o “Por uma vida melhor” destinado a alunos do EJA (Educação de Jovens e Adultos, portanto gente grande, que não precisa que ninguém os defenda) e que apenas tentava mostrar a essas pessoas que a língua (qualquer uma) é dinâmica e não há “certo” ou “errado” e sim “adequado” e “inadequado”.

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20/04/2011

A Paixão de Brian

Há cerca de dois anos eu escrevi esse texto aqui sobre a mesmice da programação de Páscoa das emissoras de TV e de como seria legal se em vez de passar “A Paixão de Cristo”, xaropada anti-semita do Mel Gibson, passasse “A Última Tentação de Cristo”, aquele filme herege do Martin Scorsese. Pois eu descobri (bem tarde é verdade) algo mais herege ainda e que iria agitar a páscoa de todo mundo com as altas confusões de um hebreu muito louco (Sessão da Tarde mode on).

“A Vida de Brian” foi cometido pelo grupo inglês de humor Monty Python, aquele de que muita gente fala, mas pouca gente viu de verdade (é como o gol do Pelé na Rua Javari). Mais revolucionário e mais antigo que o filme do Scorsese, em vez de se preocupar em mostrar um Jesus mais humano, o filme mostra um humano que é tratado como Jesus, só que por engano. O engano já começa logo no início quando os três reis magos acabam parando na manjedoura e depois voltam para tomar de volta os presentes que deram para o Brian já nos dando um indício do quanto o protagonista vai se fuder grandão nessa história.

Se já existisse o tal de “bullying” em 33 d.C. nosso amigo circuncisado poderia processar Deus tranquilamente, pois o destino dele é só se lascar na vida. Os pastores e padres vivem dizendo que Jesus sofreu por todos nós, mas pelo menos ele tinha poderes, as pessoas prestavam atenção no que ele dizia e só passava fome quando queria (nunca faltou pão, peixe ou vinho para o Messias). Já o nosso Brian era dominado pela mãe, que mesmo sendo um homem feio vestido de mulher, prestava favores sexuais aos romanos, usava uma calça curta ridícula, é feito de bobo pelo grupo radical judeu do qual inventa de fazer parte (tudo por causa de uma judiazinha magrela da brancelhona), vai preso, e, mesmo conseguindo fugir, é confundido com o Messias e vai preso de novo (não sem antes ser sequestrado por “aliens” que surgem do nada DENTRO DE UM FILME BÍBLICO. As drogas que se consumia em 1979 eram mais fortes que as atuais).

No entanto quem se sentiu vítima de bullying foi a Igreja, que como de costume chiou bastante na época em que o filme foi lançado. Parece que é mais importante fazer um filme ruim que seja “chapa-branca” do que fazer um filme excelente com um pouco de critica (pode ver que os filmes criticados pela Igreja são sempre melhores que os que ela recomenda). O fato é que os Pythons dão uma boa cutucada nas religiões (qualquer uma, não só as cristãs), principalmente depois que começam a achar que Brian é o Messias e que tudo o que ele fala é maravilhoso até o momento em que ele manda os seus seguidores se foderem e eis que um deles pergunta “Mestre, como é que podemos foder a nós mesmos”(fosse eu mandaria ele comprar qualquer coisa pela Shoptime…)

Mas o grupo não critica só a religião. Tanto o imperialismo quanto as esquerdas são ridicularizadas em “A Vida de Brian”. O grupo do qual Brian tenta fazer parte (Peoples Front of Judeah, mas poderia se chamar PFJ do B ou PSTU) é daqueles que organizam uma assembléia só para decidir qual é a data da próxima assembléia e seu líder, Reg, é adepto do “vai indo que eu não vou”. Se existisse nos tempos atuais (não existe?) eles seriam aqueles que criticaram a Dilma por ter ido ao aniversário da Folha. Já os romanos são todos imponentes e pomposos, mas vivem cometendo gafes e são ridicularizados o tempo todo pelos judeus (que ridicularizam,mas não movem uma palha para tirá-los do poder e os que se revoltam acabam perdendo tempo com brigas internas em vez de fazer algo mais objetivo, igual acontece em um certo país sul-americano…). O Põncio Pilatos da língua presa e que fala errado, lembra um pouco o César de Hermanoteu da Cia Melhores do Mundo (esses sim beberam da fonte do Monty Python).

Chega de falar. Veja abaixo uma das melhores cenas do filme: o apedrejamento.

Segue abaixo um falso trailer editado para se parecer com “A Paixão de Cristo”

22/12/2010

O melhor (pior) filme de Natal de todos os tempos

O pior da programação de natal da TV aberta, não são as reportagens na 25 de março (diga-se de passagem, sempre a mesma do ano anterior, só muda a locução), nem os especiais de fim-de-ano (Roberto Carlos, Xuxa, Didi…). São os filmes. É sempre o Tim Allen querendo ser um papai legal, alguém que não gosta do natal e é convencido do contrário por um ente fantástico, ou é um filme bíblico (quase sempre o “Jesus de Nazaré” com o Robert Powell, que a Record reprisa até dizer chega) ou a pior de todas as pragas: Uma reprise de “Esqueceram de mim” (1 ou 0 2). Isso só dá mais méritos a comédia “Papai Noel às avessas”, que mesmo sendo um típico filme de Natal, consegue ser um filme diferente de qualquer um que você possa ter visto.

Esse filme não deixa de ser um típico filme de Natal, pois também trata-se de uma pessoa que também passa ver o Natal com outros olhos depois de conhecer uma outra muito especial e ter uma excelente experiência com ela. O que difere das baboseiras de costume é a forma com que se dá essa experiência regada a palavrões, sacanagem, bebedeira e sarcasmo em doses cavalares.

Resumindo a história: Um alcóolatra arrombador de cofres (Billy Bob Thornton)viaja pelos Estados Unidos de shopping em shopping trabalhando como Papai Noel apenas para poder roubar a grana do local na época em que o pessoal mais consome. Seu acompanhante é Marcus (Tony Cox, o anão de “Uma comédia nada romântica”) que, apesarde ser anão, é o “big boss” da dupla (pegou, pegou!) pois é mais responsável, não enche a cara, não se distrai com mulheres e graças ao tamanho consegue se enfiar em qualquer lugar. Em um shopping no Arizona, o bebum Willie acaba tendo que se esconder na casa de um gordinho bobão (Brett Kelly de “Menores Desacompanhados” onde está mais mongo) que mora com a avó que dorme o tempo todo e só acorda pra jogar futebol com as próprias tetas (isso tá no roteiro do filme). Aos poucos ele vai se afeiçoando pelo garoto e ficando mais mole e com isso torna se um risco para os planos de Marcus. Somado a isso a dupla tem que lidar com o chefe da segurança do local (Bernie Mac, o negão de “As Panteras”), que descobre o plano dos dois e quer ficar com metade da grana.

Só a idéia de um Papai Noel alcóolatra e arrombador de cofres por si só já garante um filme infinitamente superior a “Milagre na rua 34”. Não bastasse isso o cara em meia hora de filme já falou mais palavrão que a Dercy Gonçalves em 103 anos de vida. Não bastasse isso ainda transa com uma mulher enorme no provador da loja para tamanhos grandes falando em alto e bom tom que ela não vai poder cagar por uma semana e quase é estuprado por um gay que não teve o flerte correspondido por ele. Agora você deve ter se convencido de que não é um filme do Tim Allen, não é mesmo?

Para completar a turma tem uma garçonete (Lauren Grahan de “Gilmore Girls”) tarada (literalmente) pelo Papai Noel (que certamente teria um orgasmo em público se fosse na 25 de março) e um gerente de shopping politicamente correto que dá uma de bonzinho, mas pede para o chefe da segurança espionar a dupla de trapaceiros só para ter um motivo para demití-los, pois tem um puta medo que o Papai Noel fale palavrão na frente das crianças e caga de medo em imaginar que o anão o processe por práticas desleais caso o demita. Quem interpreta esse homem, que se sentiria bem à vontade se pertencesse a nossa classe média, é John Ritter, o mesmo que fez o pai certinho em “O Pestinha” (1 e 2) cuja participação nessa bagaça é seu canto do cisne, pois morreria dois meses antes da estréia (o filme é dedicado a ele).

O segredo de um filme insano como esse são as pessoas envolvidas nele. O protagonista é Billy Bob Thornton, o cara que pegava a Angelina Jolie antes do Brad Pitt, na época em que ela só fazia papel de drograda/sapatona/as duas coisas. Os produtores são os irmãos Coen, os mesmos que cometeram outras doideras (“O Grande Lebowski”, “Fargo”, “Queime depois de ler”…). Os roteiristas são Glen Ficarra e John Requa (que cometeram “O golpista do ano”, com o Rodrigo Santoro namorando o Jim Carrey) e o diretor é Terry Zwigoff, famoso pelo documentário sobre a vida do cartunista Robert Crumb (reza a lenda que ele ameaçou se matar caso o Crumb não colaborasse com o filme). Até a comediante Sarah Silverman (“uma vez eu chupei um mexicano e fiquei com diarréia”) aparece em uma cena posteriormente deletada. Não tem um que preste nessa merda.

Porra Tom Zé, esse teu filme, hein!

Porra Tom Zé, esse teu filme, hein!

Infelizmente, até onde eu sei, só foi lançada no Brasil a versão com cortes  (que ainda assim mantem a indecência do filme). Se alguém tiver notícias da versão do diretor aqui em Brasúndia, pelos meios oficiais (por download não é difícil encontrar) se manifeste. Você pode ver uma comparação entre as duas versões aqui (em inglês). Pode também ver uma crítica bem melhor que a minha aqui. E torça para que o bom velhinho tome vergonha na cara e exiba essa pérola na sua emissora de TV (o bom velhinho a qual me refiro é esse.)

09/11/2010

Arnaldo Jabor quer formular nova prova do ENEM

Depois de escrever uma coluna no Estadão criticando quem critica seu filme, o cineasta-colunista-analista-político-cantor-de-boleros-filósofo-e-cagador-de-regra Arnaldo Jabor, 102, agora quer investir em uma nova atividade: avaliador de vestibular. Depois dos últimos acontecimentos envolvendo o ENEM, Jabor se ofereceu ao MEC para formular e corrigir o novo exame: “Sou cineasta e jornalista, escrevo em 25 jornais(na verdade escreve um texto só, que é distribuído para 25 jornais diferentes ), falo na TV Globo 2x por semana e todos os dias na CBN. Fiz 9 longas, sendo o mais recente A Suprema Felicidade. Assobio e chupo cana também. Acho que vou dar conta do recado”, afirma Arnaldo com a modéstia que lhe é peculiar.

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31/10/2010

Serra é eleito presidente do Brasil…de Pelotas

Acompanhado de uma chinoca pelotense, Serra apresenta a nova camisa do time xavante

PELOTAS, 1º de novembro – Derrotado nas urnas, o candidato à presidência da república, José Chirico Serra, 68, não saiu perdendo. Em uma decisão inédita o tucano foi eleito presidente do Brasil de Pelotas, time tradicional do Rio Grande do Sul. De acordo com o atual presidente, Armando Pinto Aquino Rego, 48, a escolha foi uma forma de reconhecer o mérito do político: “Desde o início da campanha eleitoral que ouvíamos o Serra dizer que se preparou a vida toda para ser presidente do Brasil. Ele só se enganou ao achar que se tratava do país e não do nosso querido clube”, afirmou o futuro ex-presidente do clube. A decisão foi tomada em uma reunião extraordinária do conselho diretor, realizada assim que foi declarada a derrota do político tucano.

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28/10/2010

Ah o medo, sempre o medo.

Você sabia que…Deus prefere os ateus?

Deus: É verdade, Eu prefiro.

Ateus resolvem seus problemas sem meter Deus no meio:

Cristã: querido Deus, por favor livrai dos meus 14 kg a mais.

Ateu: Quer saber, é melhor eu fazer alguns abdominais se eu quiser perder peso.

Deus: Você acaba de ganhar uma estrela de bom menino.

Ateus tem a sua moral sem medo de retaliação espiritual:

Cristão: Eu não roubo porque senão eu vou para o Inferno queimar por toda a eternidade.

Atéia: Eu não roubo porque isso é uma coisa muito estúpida.

Deus: Você já roubou meu coração.

E ateus nunca usam o nome de Deus para promover guerras:

Cara de turbante: Deus prometeu essa terra para mim.

Cara de uniforme: Não, ele prometeu para mim.

Ateu: Hummmm, vejo que essa terra é um deserto quase hospitaleiro. Acho melhor ir para a Flórida.

Deus: Você pode ficar na minha casa de praia em Boca Raton.

Ah o medo, sempre o medo. É graças ao medo que as religiões ocidentais, especialmente a católica, não desapareceram depois do advento do Iluminismo e das Revoluções Burguesa e Comunista. É o medo que as sustenta. É graças ao medo que as pessoas seguem os sermões deste ou daquele padre, deste ou daquele bispo, deste ou daquele pastor e acabam votando naquele candidato que nem tem as melhores propostas mas que seria uma garantia de que não vai para o Inferno.

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22/10/2010

JFK + Rojas = A eleição mais ridícula que já vi

Se um dia eu contar para os meus netos como foi a eleição de 2010, provavelmente no minuto seguinte eles já estarão ligando pro manicômio e pensando “Tadinho, já caducou”. Quem pensava que a campanha já tinha descido o suficiente quando virou um conflito de posições sobre o aborto, agora se vê surpreendido por uma guerra entre bolinhas de papel e bexigasd’água. Parece filme dos “Batutinhas”. Como disse o camarada @oimperador_ no twitter, periga o próximo debate virar uma disputa de “Sua mãe é tão gorda que…”

A bolinha de papel doeu? Machocou? Imagina isso aqui entãoSem querer bancar o imparcial, coisa que definitivamente não sou, os dois lados estão comntribuindo para isso. O que diabo os militantes do PT foram fazer durante uma caminhada do Serra em Campo Grande? Quem não imaginava que havendo confronto ou não, ele usar isso para se fazer de “perseguido” de “vítima”. Agredir é pior ainda, pois é fazer exatamente o que ele quer. É dar razão para quem chama petista de arruaceiro. Em suma, é BURRICE das grossas e burrice não costuma ganhar eleição…OH WAIT!

Mas pior que a burrice é o cinismo. Será que o Serra não imaginou que com tanta câmera em volta NINGUÉM ia perceber que o que o atingiu foi uma mísera bolinha de papel? (ou achou que a grande imprensa era tão subserviente que ninguém iria mostrar a verdade). Tacar uma bolinha de papel ou um míssil é algo que jamais deve ser encorajado (torta também não porque é muito clichê. Talvez ovos), tampouco fazer uma TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA por causa disso. Não faz muito tempo eu rachei a cuca no porta-toalhas daqui onde eu trabalho. (sério. Sou idiota  a esse ponto) O porta-toalhas tem pontas, fura. Não fiquei grogue nem desmaiei mas tive que tomar dois pontinhos (mesmo) no local e continuei trabalhando nos dias seguintes. O próprio Serra já levou ovada e não fez esse teatro todo. Só quero que alguém me explique como que um indivíduo aguenta um ovo e não aguenta uma bolinha de papel?

Não precisou fazer tomografia daquela vez

Além de ser cínico, Serra também não conhece o ditado “A emenda saiu pior que o soneto”. Depois de ser achincalhado o dia inteiro no Twitter, providencialmente aparece no JN um vídeo feito no celular por um repórter da Folha (Coincidência? Diria uma ex-VJ da MTV) corroborando a tese de um segundo objeto, se até no caso Kennedy teve um segundo atirador porque não teria nessa pataquada tucana. Só faltou dizerem foi O Comediante a mando da Dilma. Chamaram até o troll perito Ricardo Molina para analisar o vídeo.

Admitindo a seriedade de Molina e a idoneidade do vídeo apresentado no JN, o próprio perito desmoraliza Serra ao apresentar um rolo de fita crepe como sendo o segundo objeto que acerta o careca. Onde que um rolo de fita, por maior que seja causa tontura e leva alguém para o hospital? Que rolo é esse que pesa de meio a dois quilos segundo declaração do vice Índio?

Bolinha, bolinha!

Além do mais esse vídeo aqui e o blog do Ed Ondo demonstram que houve manipulação no vídeo mostrado na Globo. Podem ver que “Serra” é atingido e continua caminhando. Só depois é que leva as mãos à cabeça. Como o cara toma uma pancada de um negócio pesando meio quilo e continua de pé, todo pimpão? Podia ter ao menos ferido a própria cabeça com uma lâmina igual àquele goleiro Rojas. Se continuar assim é capaz de o Serra contratar o Clint Eastwood para se jogar na frente dele quando começarem a lhe tacar merda.

Veja entre 2:47 e 2:50:

PS: Veja outros textos sobre o assunto na agenciadanada com o Imperador e no no comfelelimao com o Vinícius Duarte.

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