Qualquer gordo tem Blog

18/03/2009

Fiofó do Clodovil valia Bronze e o do Ron, Silver.

Ron Silver, judeu, não dava nunca: "Pra não gastar".

Clodovil, católico, sempre dava.

Clodovil virou purpurina? Grande coisa! Apesar de ser agora canonizado pela mídia, para mim ele continua sendo uma besta poligonal. Se é para falar de alguém que fazia papel de político e que já morreu, prefiro falar do Ron Silver. Ele já foi presidente, já foi senador, já foi Henry Kissinger e seu maior sucesso atualmente, foi como o consultor político Bruno Gianelli em “West Wing”(o seriado que previu um candidato das “minorias”). Não bastasse isso, na vida real, onde as pessoas tem que pagar as contas e mandar trocar o encanamento, Ron era presidente de uma ONG que lutava pela liberdade de expressão e, ironicamente, parece ter sofrido um “ostracismo” em Hollywood depois de ter largado os Democratas (os de lá dos EUA. Nada a ver com Edmares e Kassabes) e passado a apoiar Bush.

Clodovil também ficou famoso por mudar de time. Politicamente. Largou o PTC(?) para se filiar ao PL (partido do vice-presidente José Alencar). Quase teve o mandato cassado por infidelidade partidária. Só um tonto pra achar que alguém que trocou mais de emissora de TV do que a Adriane Galisteu de namorado, iria ser fiel a algum partido. Conseguiu escapar.

Sexualmente nunca mudou de time, pois sempre foi uma bicha louca, arrogante e misógina. O Ron Silver deve ter sido bicha também, porque participou de um seriado chamado “Veronica’s Closet” (“O Armário da Verônica” uuuuuuuuuuuuuuuu….).

Os inimigos de Clodovil encheriam um Maracanã. Mais fácil contar quem não era seu inimigo (os fabricantes  de vibrador e os editores de jornal de fofoca). Comprou briga com Denner (não aquele carinha gente fina da Portuguesa, o costureiro), Ronaldo Ésper (ladrão de vaso), Marta Suplicy (Clodovil também era solteiro sem filhos) e a torcida do Corinthians, literalmente falando .

Ron Silver também colecionou desafetos. Basicamente, os produtores de Hollywood simpáticos aos Democratas e seus ex-companheiros de partido, mas nenhum deu tanto trabalho para ele do que Jean Claude Van Damme. Sim, o fã da Gretchen, afinal Silver foi o vilão do memorável “Timecop – O guardião do tempo”, filme tosco e cheio de falhas sim, mas digno de menção honrosa por vários motivos: O mullet do Van Damme, o quase-chute que ele dá em um ladrão de bolsas, o “espacate” que ele dá pra escapar de ser  eletrocutado, a namoradinha do Ferris Bueller sem roupa (ela era a muié do Van Diaime nesse filme) e Ron Silver demonstrando o que acontece quando você se choca com uma versão sua mais antiga (questionável). No filme, ele tentava mudar o seu futuro para se tornar presidente dos EUA e mandar no mundo todo. Se o Clodovil pudesse mudar o seu futuro, ia  querer virar bananeira. Pra dar o ano todo.

Com vocês – Timecop,  o Guardião do Tempo:

4 Comentários »

  1. Acho suas informações infundadas e sem qualquer conteúdo aproveitável.
    Qual era a sua intenção ao escrever isso?
    Se era despertar pensamento crítico, perdeu seu tempo, não atingiu essa meta.

    Matéria hirônica, preconceituosa e sem conteúdo político.

    Pra resumir, pra mim, a pessoa que tem coragem de publicar uma porcaria desta, não tem capacidade de análise sobre quem de fato contribui ou não para o país.

    Comentário por Mayara — 19/03/2009 @ 17:37 | Responder

  2. E quem de fato contribuiu para o país recentemente? E como medimos a capacidade de análise crítica? Pelo português? A PROPÓSITO: IRÔNICA não é com “H”. E eu não achei porcaria. Foi uma opinião. Que o sr. Hernandez tinha incontáveis inimigos, desafetos e fosse indesejável não é uma opinião. É um fato. Não se tem conhecimento de nada nobre que este cavalheiro tenha feito em sua quase septuagenária existência.

    Comentário por Ben — 31/07/2009 @ 9:34 | Responder

    • Eita! Ainda tem gente comentando isso aqui! Obrigado pela atenção!

      Comentário por qualquergordotemblog — 31/07/2009 @ 9:39 | Responder

  3. […] para impedir que o invento fosse usado por terroristas, e é quando o senador Aaron McComb (Ron Silver, fantástico!) se oferece para presidir a […]

    Pingback por “(1994) Timecop – O guardião do tempo” ou “Dias de um mullet esquecido” | O Poderoso Chofer — 27/10/2014 @ 15:51 | Responder


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